FIZ QUARENTA ANOS
PAREI DE FUMAR....................E ACHEI QUE DEVERIA COLOCAR AQUI ALGO QUE NAO SEJA PALHAÇADA, ESPERO QUE GOSTEM!
O Vento e a Estrada
Era uma época de paz agora, seus cabelos estavam grisalhos, suas mãos trêmulas já não conseguiam segurar uma espada como há anos atrás, era um homem velho, e apesar de toda a carga que os anos lhe punham sobre as costas, ainda transmitia toda a nobreza e honra que em seu passado lhe eram tão caram.
Passava seus dias na torre do seu castelo, sentado em uma cadeira, colocada a seu mando, a observar a estrada que cruzava suas terras. A seu lado sua espada, ainda brilhante apesar de todas as batalhas, de todo o sangue derramado, sangue esse que por muito tempo o perseguiu em seus sonhos, lembrava de cada inimigo, de cada golpe mortal que desferira, dos fios de vida se esvaindo, enquanto olhos assustados o fitavam, não acreditando que sua missão se encerrara naquela hora.
Mas se lembrava de um cavaleiro em especial, o qual so viu uma vez, não soube seu nome, sua origem, sabia apenas que era um inimigo, que era seu dever enfrenta-lo e vencê-lo. Mas não foi o que aconteceu.
A batalha corria sangrenta como não tinha visto igual, corpos caiam ao seu lado e ele apenas desejava não ser um deles.......... mas tinha de manter sua honra, tinha de lutar, não poderia simplesmente largar a espada e sair dali, por sua honra ele nao poderia; lutou com todas as suas forças, até não enxergar mais inimigos a sua frente... olhou para aquele local onde ate há poucas horas existia um belo oasis cheio de palmeiras e agua limpa, e agora cheirava a sangue e morte, onde se via apenas o vermelho do sangue derramado e as fisionomias desfiguradas pela dor.
Ele se ajoelhou, olhou ao seu redor e todo o desejo de orar foi substituido por um nó na garganta, que aflorou como um choro compulsivo, de quem não deseja mais nada a não ser o deixar de sentir........ e talvez o deixar de viver................
Seus pensamentos são interrompidos por um alarme de seus sentidos aguçados, olha para o lado e ve um homem enorme com uma espada na mão......... ele so ve o homem e a espada...... o homem..... a espada............... mas nisso uma duvida se faz no seu cerebro: deveria lutar com aquele homem ou deixar que ele lhe tirasse o sofrimento? Não consguia discernir mais nada, tudo o que queria era o alívio de sentidos...... e esperou o golpe........ esperou.....esperou.....suplicou internamente por ele.... mas o golpe não veio...............
E ele olhou para onde estava o homem, e ao invés da figura forte e altiva de antes, agora so via o semblante de um homem cansado, de um semelhante com os mesmos sentimentos e sensaçoes, que agora repetia o choro que estivera na sua face................ a espada que antes estivera empunhada com firmeza, agora jazia inerte no chão, sem a vida e o vigor que o seu mestre lhe impunha. O homem agora estava sentado em meio aquele caos, com os olhos baixos, aparencia abatida, de dor...... sofrimeito........... exatamente como se sentia.
Ambos se fitaram, olhos nos olhos, e por um instante se reconheceram como iguais. Irmaos no desalento, no cansaço............ semelhantes na força e na valentia....... mas naquele momento nada disso importava........não sabiam nem se alguma coisa dali para a frente realmente valeria a pena....nem se o que tinham vivido tinha valido.............
Se levantaram e seguiram caminhos opostos, nunca mais se viram, nem souberam mais nada um do outro.
Para o velho que observava a estrada, sobrou somente o doce sussurrar do vento nos ouvidos e a lembrança de um cavaleiro que não sabia o nome.
Ele se ajoelhou, olhou ao seu redor e todo o desejo de orar foi substituido por um nó na garganta, que aflorou como um choro compulsivo, de quem não deseja mais nada a não ser o deixar de sentir........ e talvez o deixar de viver................
Seus pensamentos são interrompidos por um alarme de seus sentidos aguçados, olha para o lado e ve um homem enorme com uma espada na mão......... ele so ve o homem e a espada...... o homem..... a espada............... mas nisso uma duvida se faz no seu cerebro: deveria lutar com aquele homem ou deixar que ele lhe tirasse o sofrimento? Não consguia discernir mais nada, tudo o que queria era o alívio de sentidos...... e esperou o golpe........ esperou.....esperou.....suplicou internamente por ele.... mas o golpe não veio...............
E ele olhou para onde estava o homem, e ao invés da figura forte e altiva de antes, agora so via o semblante de um homem cansado, de um semelhante com os mesmos sentimentos e sensaçoes, que agora repetia o choro que estivera na sua face................ a espada que antes estivera empunhada com firmeza, agora jazia inerte no chão, sem a vida e o vigor que o seu mestre lhe impunha. O homem agora estava sentado em meio aquele caos, com os olhos baixos, aparencia abatida, de dor...... sofrimeito........... exatamente como se sentia.
Ambos se fitaram, olhos nos olhos, e por um instante se reconheceram como iguais. Irmaos no desalento, no cansaço............ semelhantes na força e na valentia....... mas naquele momento nada disso importava........não sabiam nem se alguma coisa dali para a frente realmente valeria a pena....nem se o que tinham vivido tinha valido.............
Se levantaram e seguiram caminhos opostos, nunca mais se viram, nem souberam mais nada um do outro.
Para o velho que observava a estrada, sobrou somente o doce sussurrar do vento nos ouvidos e a lembrança de um cavaleiro que não sabia o nome.
Nada mais..................................